Aeroporto Internacional do Recife recebe nota máxima da Anac em manutenção aeroportuária

O Aeroporto Internacional do Recife recebeu nota máxima da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na fiscalização documental (DOCS) sobre manutenção aeroportuária. Com um índice de 100% em todos os requisitos avaliados, o aeródromo obteve um Atestado de Capacidade Operacional (Acop) nível A, o mais alto concedido pela agência reguladora. A nota é mais uma conquista alcançada sob a administração da Aena, maior operadora aeroportuária do Brasil e do mundo. 
 
O conceito “A” no Acop, com 100% dos itens atendidos, reflete o cumprimento rigoroso da Aena com a organização e padronização dos processos, além da capacidade técnica e a aderência absoluta aos requisitos normativos. De acordo com a Gerente de Operações, Segurança, Serviços e Manutenção do Aeroporto Internacional do Recife, Luciana Romeiro, a nota é resultado do comprometimento, eficiência e profissionalismo de toda a equipe de manutenção.  
 
“Esse resultado representa o excelente trabalho que vem sendo realizado pelo nosso time de manutenção, sendo constatada a necessária rastreabilidade, padronização e aderência aos regulamentos em prol da segurança operacional. É uma conquista coletiva que reforça nosso compromisso com a excelência e mostra que estamos no caminho certo para manter um aeroporto cada vez mais seguro, eficiente e bem funcional”, destacou Luciana.  
 
Na fiscalização documental, a Anac verifica a conformidade dos itens com a comprovação mediante apresentação de evidências documentais (formulários, imagens, fichas, laudos, relatórios etc.). Foram avaliados os procedimentos de manutenção referentes às áreas pavimentadas, auxílios visuais, instalações elétricas, equipamentos, veículos e demais áreas do Aeroporto Internacional do Recife. 

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Sobre a Aena Brasil
Aena Brasil é marca registrada da espanhola Aena, maior operadora aeroportuária do mundo, responsável pela gestão de 79 aeroportos e dois heliportos em seis países. A companhia também é líder no Brasil, onde administra 17 aeroportos em nove estados, respondendo por 20% da malha aérea nacional e pela operação de Congonhas, o segundo maior em embarques e desembarques. Em 2024, seus terminais movimentaram mais de 438 milhões de passageiros, sendo 309 milhões na Espanha e 43 milhões no Brasil. Desde 2020, gere os aeródromos de Recife (PE), Maceió (AL), João Pessoa (PB), Aracaju (SE), Juazeiro do Norte (CE) e Campina Grande (PB). Em 2023, assumiu Congonhas (SP), Campo Grande (MS), Uberlândia (MG), Santarém (PA), Marabá (PA), Montes Claros (MG), Parauapebas (PA), Uberaba (MG), Altamira (PA), Ponta Porã (MS) e Corumbá (MS). Os dois blocos são administrados por diferentes sociedades de propósito específico: Aeroportos do Nordeste do Brasil (ANB) e Bloco de Onze Aeroportos do Brasil (BOAB). Na Espanha, a Aena opera 46 aeroportos e 2 heliportos. É acionista controlador, com 51%, do aeroporto de Londres-Luton no Reino Unido, além de participar na gestão de aeroportos no México (12), Jamaica (2) e Colômbia (1).